Home Data de criação : 07/10/02 Última atualização : 11/10/17 18:52 / 5 Artigos publicados

Medidas para amenizar os efeitos do Aquecimento Global.  escrito em terça 13 novembro 2007 09:42

Blog de conscientize :Aquecimento Global, Medidas para amenizar os efeitos do Aquecimento Global.
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O sertão não vai virar mar - Marcos Cardoso  escrito em segunda 29 outubro 2007 21:11

Blog de conscientize :Aquecimento Global, O sertão não vai virar mar - Marcos Cardoso

“O sertão vai virar mar e o mar vai virar sertão”. A profecia atribuída a Antônio Conselheiro e popularizada na música “Sobradinho”, de Sá e Guarabira, não se materializará. Não pelos desígnios supremos, mas por força da interferência do homem mesmo. A segunda parte do terrível relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês), da ONU, fechado na semana passada em Bruxelas após uma apaixonada discussão, conclui que o aquecimento global provocará, num futuro próximo, dentre tantos danos, a transformação do sertão nordestino em deserto.O documento, resultado de uma semana de debates entre 400 especialistas de mais de 100 países sobre 28 mil dados científicos copilados de todo o planeta, foi amenizado por cientistas de nações altamente poluentes, como Estados Unidos, China e Rússia. O futuro pode ser bem mais cinzento. A previsão mais pessimista é que aquecimento global será devastador para a Terra. É de se antever, portanto, que as mudanças climáticas afetarão os sergipanos como um todo, por causas diretas e indiretas.Com a elevação do nível do mar, por exemplo. Como no mundo tudo se interliga, há uma interdependência de sistemas e biomas, o derretimento das geleiras nas montanhas e nos pólos faz os oceanos subirem, ameaçando a vulnerável costa sergipana. Cidades litorâneas como Pirambu, Barra dos Coqueiros, Aracaju e até Brejo Grande — à margem do rio São Francisco, mas próxima do Atlântico — poderão simplesmente desaparecer, numa previsão mais sombria. Pequenos países-ilhas do Pacífico já estão sofrendo esse tipo de ameaça.Subindo, o mar avança sobre os leitos dos rios. No São Francisco, onde essa pressão oceânica já é perceptível, a água salgada poderia facilmente chegar à área de captação de adutoras, como a que abastece Aracaju e que é responsável por mais de 50% da água doce que chega às torneiras da capital. Uma equação de difícil solução: mais calor e menos água potável. Os cientistas concluíram que mais de 1 bilhão de pessoas poderão sofrer com a falta de água em um futuro próximo. E, como a corda sempre arrebenta do lado mais fraco, as populações mais pobres do mundo serão as mais afetadas pelo aquecimento global.

Previsões catastróficas 

Passando de zona semi-árida a zona árida, no Nordeste as conseqüências dessa mudança afetarão a alimentação, sanidade e saúde da população local. Resultado da falta de água potável, má alimentação e sanidade precária ou inexistente, uma simples diarréia, por exemplo, poderá matar muita gente.

# Enquanto o Nordeste morre de sede, o Sul se inunda. A ONU alerta para problemas de inundações na região do rio da Prata, ao sul do continente americano.

# A mudança climática também terá impacto sobre a produção agrícola da região Sudeste.
São Paulo perderá uma importante área de cultivo de café, inutilizada por causa do aquecimento.

# O derretimento precoce da camada de gelo de grandes cadeias de montanhas, como o Himalaia e os Andes, reduzirá a oferta de água na Ásia e na América do Sul. As geleiras funcionam como reservatórios, acumulando água em forma de gelo durante o inverno para liberá-la gradualmente com o derretimento no verão. De acordo com os cientistas, até o final do século, 75% do gelo dos Alpes poderão ter desaparecido.

# O relatório também prevê que, se a temperatura global subir mais de 1,5º C em relação aos índices de 1990, os ecossistemas regionais mudarão a ponto de levar à extinção de cerca de 30% das espécies de animais e plantas do planeta.# O aquecimento global pode levar ao desaparecimento de 10% a 25% da floresta amazônica até 2080. Há 50% de probabilidade de que a floresta dê lugar a uma vegetação de cerrado. A extensão dessa transformação vai depender de quanto a temperatura global subir.

# Há determinadas zonas geográficas e ecossistemas mais vulneráveis a este fenômeno, entre eles recifes de corais, pólos, tundra, florestas boreais e regiões mediterrâneas.

 # O relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas cita o aumento das mortes durante as ondas de calor, a extensão das doenças tropicais, as ameaças aos habitats indígenas, o risco crescente de incêndios florestais e o desaparecimento de muitos sistemas biológicos.

# A OMS (Organização Mundial de Saúde) alerta que as mudanças climáticas esperadas por cientistas devem levar ao crescimento das ocorrências de desnutrição e de doenças infecciosas e respiratórias, com efeitos sobretudo para as crianças. A OMS usa, como “primeiro exemplo alarmante”, a morte de 35.000 pessoas na Europa por causa da onda de calor em 2003.

# Tomar medidas para a adaptação das sociedades — como sistemas de proteção contra doenças, cheias ou secas, até então consideradas eficientes — já “não serão suficiente para fazer frente a todos os impactos esperados do aquecimento global”, alerta o documento.Em maio, na Tailândia, o IPCC divulgará a terceira parte, que abordará as formas de impedir o aumento da concentração de gases nocivos ao ambiente. Está previsto que o painel se reúna em Bangcoc e em Valência, Espanha, em novembro, onde apresentará uma síntese do trabalho para levar aos governos dos países envolvidos.

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Terra em Alerta  escrito em segunda 22 outubro 2007 20:44

Blog de conscientize :Aquecimento Global, Terra em Alerta

Ondas de calor inéditas. Furacões avassaladores. Secas intermináveis onde antes havia água em abundância. Enchentes devastadoras. Extinção de milhares de espécies de animais e plantas. Incêndios florestais. Derretimento dos pólos. E toda a sorte de desastres naturais que fogem ao controle humano. Há décadas, pesquisadores alertavam que o planeta sentiria no futuro o impacto do descuido do homem com o ambiente. Na virada do milênio, os avisos já não eram mais necessários – as catástrofes causadas pelo aquecimento global se tornaram realidades presentes em todos os continentes do mundo. O desafios passaram a ser dois: se adaptar à iminência de novos e mais dramáticos desastres naturais; e buscar soluções para amenizar o impacto do fenômeno. Em tempos de aquecimento planetário, uma nova entidade internacional tomou as páginas de jornais e revistas de toda a Terra – o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC), criado pela ONU para buscar consenso internacional sobre o assunto. Seus aguardados relatórios ganharam destaque por trazer as principais causas do problema, e apontar para possíveis caminhos que podem reverter alguns pontos do quadro. Em 2007, o painel escreveu e divulgou três textos. No primeiro, de fevereiro, o IPCC responsabilizou a atividade humana pelo aquecimento global – algo que sempre se soube, mas nunca tinha sido confirmado por uma organização deste porte. Advertiu também que, mantido o crescimento atual dos níveis de poluição da atmosfera, a temperatura média do planeta subirá 4 graus até o fim do século. O relatório seguinte, apresentado em abril, tratou do potencial catastrófico do fenômeno e concluiu que ele poderá provocar extinções em massa, elevação dos oceanos e devastação em áreas costeiras. A surpresa veio no terceiro documento da ONU, divulgado em maio. Em linhas gerais, ele diz o seguinte: se o homem causou o problema, pode também resolvê-lo. E por um preço relativamente modesto – pouco mais de 0,12% do produto interno bruto mundial por ano até 2030. Embora contestado por ambientalistas e ONGs verdes, o número merece atenção. O 0,12% do PIB mundial seria gasto tanto pelos governos, para financiar o desenvolvimento de tecnologias limpas, como pelos consumidores, que precisariam mudar alguns de seus hábitos. O objetivo final? Reduzir as emissões de gases do efeito estufa, que impede a dissipação do calor e esquenta a atmosfera. O aquecimento global não será contido apenas com a publicação dos relatórios do IPCC. Nem com sua conclusão de que não sai tão caro reduzir as emissões de gases. Apesar de serem bons pontos de partida para balizar as ações, os documentos não têm o poder de obrigar uma ou outra nação a tomar providências. Para a obtenção de resultados significativos, o esforço de redução da poluição precisa ser global. O fracasso do Tratado de Kioto, ao qual os Estados Unidos, os maiores emissores de CO2 do mundo, não aderiram, ilustra os problemas colocados diante das tentativas de conter o aquecimento global.

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Jardim Botânico tem dia de combate ao aquecimento global  escrito em segunda 22 outubro 2007 20:21

Movimento “Eu Neutralizo” leva capoeira, teatro e muita diversão para as crianças.
Objetivo é alertar que cada indivíduo tem que assumir um compromisso com o planeta.
  Apresentações de capoeira, teatro e muita diversão para as crianças. O Jardim Botânico do Rio de Janeiro, na Zona Sul do Rio, é palco de uma série de atividades do movimento “Eu Neutralizo”. Segundo os organizadores, o objetivo é conscientizar a população sobre os riscos do aquecimento global. 

Para destacar que o aquecimento global pode ser evitado com atitudes do dia a dia, os organizadores usaram a interação com o público. Durante o primeiro dia de evento, também foi possível comprar mudas de árvores para ajudar no combate ao alto índice de gás carbônico na atmosfera.

Uma das principais causas do aquecimento é o aumento na concentração do gás carbônico (CO2) na atmosfera. Normalmente, uma parte do calor do sol que chega à Terra é refletida de volta para o espaço. O CO2, porém, impede que este calor saia - por isso esse fenômeno é chamado de efeito estufa. E esse excesso de CO2 que vem se acumulando na atmosfera provém das atividades humanas, principalmente do desmatamento e da queima de combustíveis fósseis como o petróleo, carvão e gás.

Segundo os organizadores, a temperatura média do mundo tem subido ao longo dos últimos 150 anos. Ou seja, a Terra está esquentando. O movimento “Eu Neutralizo” tem por objetivo alertar que cada indivíduo tem que assumir um compromisso com o futuro do planeta.

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Entenda o Aquecimento Global  escrito em segunda 22 outubro 2007 19:54

Blog de conscientize :Aquecimento Global, Entenda o Aquecimento Global

Todos os dias acompanhamos na televisão, nos jornais e revistas as catástrofes climáticas e as mudanças que estão ocorrendo, rapidamente, no clima mundial. Nunca se viu mudanças tão rápidas e com efeitos devastadores como tem ocorrido nos últimos anos. A Europa tem sido castigada por ondas de calor de até 40 graus centígrados, ciclones atingem o Brasil (principalmente a costa sul e sudeste), o número de desertos aumenta a cada dia, fortes furacões causam mortes e destruição em várias regiões do planeta e as calotas polares estão derretendo (fator que pode ocasionar o avanço dos oceanos sobre cidades litorâneas). O que pode estar provocando tudo isso? Os cientistas são unânimes em afirmar que o aquecimento global está relacionado a todos estes acontecimentos.  Pesquisadores do clima mundial afirmam que este aquecimento global está ocorrendo em função do aumento de poluentes, principalmente de gases derivados da queima de combustíveis fósseis (gasolina, diesel etc), na atmosfera. Estes gases (ozônio, gás carbônico e monóxido de carbono, principalmente) formam uma camada de poluentes, de difícil dispersão, causando o famoso efeito estufa . O desmatamento e a queimada de florestas e matas também colabora para este processo. Os raios do Sol atingem o solo e irradiam calor na atmosfera. Como esta camada de poluentes dificulta a dispersão do calor, o resultado é o aumento da temperatura global. Embora este fenômeno ocorra de forma mais evidente nas grandes cidades, já se verifica suas conseqüências em nível global. 

Conseqüências do aquecimento global 
-         Aumento do nível dos oceanos: com o aumento da temperatura no mundo, está em curso o derretimento das calotas polares. Ao aumentar o nível da águas dos oceanos, podem ocorrer, futuramente, a submersão de muitas cidades litorâneas;
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         Crescimento e surgimento de desertos: o aumento da temperatura provoca a morte de várias espécies animais e vegetais, desequilibrando vários ecossistemas. Somado ao desmatamento que vem ocorrendo, principalmente em florestas de países tropicais (Brasil , paísesafricanos ), a tendência é aumentar cada vez mais as regiões desérticas em nosso planeta;
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         Aumento de furacões, tufões e ciclones: o aumento da temperatura faz com que ocorra maior evaporação das águas dos oceanos, potencializando estes tipos de catástrofes climáticas;
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         Ondas de calor: regiões de temperaturas amenas tem sofrido com as ondas de calor. No verão europeu, por exemplo, tem se verificado uma intensa onda de calor, provocando até mesmo mortes de idosos e crianças.

Protocolo de Quioto 
Este protocolo é um acordo internacional que visa a redução da emissão dos poluentes que aumentam o efeito estufa no planeta. Entrou em vigor em 16 fevereiro de 2005. O principal objetivo é que ocorra a diminuição da temperatura global nos próximos anos. Infelizmente os Estados Unidos, país que mais emite poluentes no mundo, não aceitou o acordo, pois afirmou que ele prejudicaria o desenvolvimento industrial do país.

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